POR QUE VOCÊ

"DESCONTA NA COMIDA"?

FERIDA EMOCIONAL DÁ FOME?
Não. Dá dor.
A comida "anestesia".

Você está prestes a DESCOBRIR porque come mais do que deveria, mesmo com culpa.

Aqui vai uma ANALOGIA PARA VOCÊ NUNCA MAIS ESQUECER.
L
eia e use esse MECANISMO a seu favor.

Qual a diferença entre receber um pisão de pé com a unha saudável e com a unha encravada?

A  doooooooooooooooooor!
Para machucar um pé com a unha encravada… qualquer pisãozinho serve.
Nessa analogia, o pé é você com uma ferida aberta: a “unha encravada”.

Enquanto ferido, você se resguarda… porque precisa “economizar” forças/energia.
Movimenta-se pouco. É mais reativo do que ativo.
O reativo entrega seu “controle remoto” ao mundo externo: “qualquer coisinha já machuca” (claro! ele já tem uma ferida aberta).
Para quem está em carne viva, até assopro dói!

Andar por aí sujeita você a ter o pé pisado.
Nesse planeta, aqui… é assim que funciona.
Daí a necessidade do autocuidado.

Você pode escolher entre:
a) Cuidar do seu pé;
b) Ser uma eterna vítima e exigir que o outro faça por você o que nem mesmo você faz (cuidar). 

Se seu “pé” está saudável: menos dor, mais liberdade para movimentar/investir/desenvolver.

Se seu pé não está saudável, gera pânico/recolhimento/paralisia.
Você investe muita energia para se “proteger”. Prefere ficar no cantinho. 

POR QUÊ?
Porque só de pensar que pode ser pisado… já dói demais!
Melhor não arriscar.
Essa paralisia, compromete o caminhar e o caminho… consequentemente os objetivos.

Quanto menos cuidada a ferida, mais dói.
MAIS DOR TRAZ O QUÊ?
Mais fragilidade e insegurança diante dos desafios.
Os perigos futuros ficam superestimados: MAIS ANSIEDADE.

Quanto mais ansioso, mais você “desconta” na comida, confere?
Ou você seria uma exceção: quanto mais ansioso, menos come? 
Nos dois extremos estamos falando de EXCESSOS.

O excesso é um “grito de dor”.
Um comportamento indesejável que você repetirá até ser escutado pelo autocuidado.
É como um pé machucado que faz você mancar e sobrecarregar a outra perna. Com o tempo, causa dor na lombar e um desvio na coluna. 

Assim, basta uma pequena “pedra” em seu caminho para você cair e “ficar de quatro”. 

No psicológico é igualzinho.
A diferença é que você só aprendeu a enxergar e cuidar das feridas físicas, mas não das psicológicas. 

O QUE É UM EXCESSO?

O excesso é um “grito de dor”.
Uma dor que não dói no corpo, mas causa dor no corpo sem você perceber relação de causa/efeito.

O excesso é um comportamento indesejável que você repetirá até ser escutado pelo autocuidado.
É como um pé machucado que faz você mancar e sobrecarregar a outra perna. Com o tempo, causa dor na lombar e um desvio na coluna. 
Seus passos ficam frágeis e inseguros.
Assim, basta uma pequena “pedra” em seu caminho para você cair e “ficar de quatro”. 

No psicológico é igualzinho.
A diferença é que você só aprendeu a enxergar e cuidar das feridas físicas, mas não das psicológicas. 

E SE VOCÊ TIVESSE UMA FERIDA DOLORIDA?

Se o seu pé tem uma unha encravada infeccionada, beeeem dolorida… você cuida ou espera curar sozinha?

Se não cuidar, o que acontecerá?

A ferida poderá evoluir até se apossar de todo o seu pé… e as consequências se espalharão por sua vida.

COMO?
Você agirá em função das consequências da ferida.
Isto é, SÓ VIVERÁ O QUE SUA DOR PERMITIR.

Por exemplo: evitará ficar de pé e principalmente se movimentar; não poderá correr; seu bom humor dependerá de anestésicos (com o tempo, precisará de doses cada vez maiores); sua postura corporal ficará prejudicada, assim como a prática de esportes.
Isso pode aumentar seu peso e diminuir sua autoestima. A qual, por sua vez, aumentará sua INSEGURANÇA.

Você, não só, PARECERÁ mais frágil; você se SENTIRÁ mais frágil.

POR QUÊ?
Ora, porque “em carne viva”, até assopro dói.
Assim, atividades cotidianas simples exigirão mais de você. Talvez você dependa de outras pessoas para o que, antes, fazia sozinho.

Pense comigo… com dor de cabeça, até a música preferida dói; com dor de estômago, até o prato predileto dói. Imagine o que não é preferido, nem predileto!

Vê? A dor (des)controla.
A tal ponto que transforma prazer em dor.

Mas CALMA! Não é só para baixo que todo santo ajuda, não!

QUAL A SOLUÇÃO?
Se você mantém seu pé saudável, é mais independente. Pode até aliviar o estresse com exercício físico.
Assim, fica menos reativo, menos “pavio curto” ou, como a maioria descreve, “mais leve”.

Uma vez mais leve, tem melhor qualidade do sono, acorda mais disposto.
Por consequência, suas atividades têm melhor desempenho, você se percebe mais realizado; sua autoestima agradece.
Você se sente mais SEGURO (de si, inclusive).
Sua autoimagem se fortalece, o mundo percebe e corresponde.

Ora, ora, ora… esse é o famoso “de dentro para fora”.

Se a ferida física merece cuidado, porque a ferida psicológica não mereceria?

O QUE CAUSA DOR PSICOLÓGICA?

A causa direta da SUA dor (ferida) eu só teria como investigar se nós conversássemos.
Sinta-se convidado(a) clicando aqui.

O máximo que posso afirmar é:
a) Envolve perda: de algo alcançado ou da possibilidade de alcançar algo;
b) Há uma ferida.

SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ EM UM CICLO VICIOSO?

O comportamento humano é controlado por DUAS forças:
– BUSCA PRAZER;
– EVITA DESPRAZER.

Se a dor é constante, a EVITAÇÃO DE DESPRAZER também é. 

COMO ISSO ACONTECE?
Primeiro, você busca alívio (anestesia). Em seguida, a cura.
Quando você comete o excesso (perde o controle), encontra alívio. Não a cura.

QUANDO VOCÊ PERDE O CONTROLE?
Por exemplo: quando fuma em excesso; quando bebe em excesso (e na sequência liga para quem “não queria”); quando reage de forma desproporcional ao estímulo (explode “do nada”); quando come em excesso, sem fome, sabendo que se arrependerá.

Se o excesso é um “grito de dor”, você não tem escolha senão atendê-lo imediatamente.
COMO?
Com um anestésico: COMIDA.
Porém, o anestésico até alivia, mas não cura: o efeito é momentâneo.

O QUE VEM DEPOIS?
Culpa.
Após o alívio “anestésico” imediato, vem o aumento de peso na consciência e na balança.
Eis o PARADOXO: na ânsia por anestesia, você gera mais dor. 

Mais dor pede o quê?
Mais excesso (anestésico).
Quanto mais excesso, mais culpa.
Quanto mais culpa, mais dor.

O CICLO VICIOSO PERFEITO
DOR -> EXCESSO -> +DOR:
– Ferida dói;
– Grito de dor (excesso);
– Anestesia;
– Alívio momentâneo;
– Culpa;
– Dor.

POR QUE VOCÊ REPETE O CICLO?

Por que faz sentido para você.
Ou seja, na prática, alguma coisa você “ganha” com a consequência desse comportamento. 

ATENÇÃO: esse “ganho” pode ser um prazer, MAS também pode ser a EVITAÇÃO DE UM DESPRAZER (alívio).

Você deve estar me perguntando: Sofia, você está louca, né? Por que eu repetiria um comportamento que me prejudica e adoece?

Pois é, em muito do que você faz, parece que não há sentido, mas o que não há é a consciência do sentido que tem. Ele está lá, você só não o enxerga (nesse momento).

Seja lá o que for, você só o faz por conta de haver um sentido e repetirá fazendo-o, ao menos até enxergá-lo.
EOCRI: Escravo Obediente a um Comportamento Repetitivo Indesejável.

Você não precisa acreditar no que eu digo, afinal quem afirma isso não sou eu. Quem afirma isso é a SUA repetição.
E já faz algum tempo, né?

Pense comigo…
Mesmo causando “prejuízo”, você continua  anestesiando, sem cuidar da ferida. Imagine se não causasse prejuízo algum!

Sem prejuízo, você anestesiaria pelo resto de sua vida, sem se cuidar.
Você quer mudar isso antes de morrer, certo? 

POR QUE VOCÊ REPETE O CICLO?
TENHO UMA HIPÓTESE: será que você está confundindo alívio com prazer?

COMO?
Você acha que está sentindo prazer no excesso, mas está apenas aliviando a dor (da falta de autocuidado, inclusive).
A má notícia é: o excesso vai gerar mais dor. 

Você pode estar tão viciado em alívio, a ponto de confundi-lo com prazer.

TESTE O INCOMODÔMETRO: se você não repetir o excesso hoje, o que acontece? Quais as consequências?
De 0 a 10, você pode ir do levemente desconfortável ao dolorido ou até atingir o insuportável.

Quanto mais próximas do insuportável forem as consequências, mais o excesso têm função de alívio para você.

PREJUÍZO tem a função de lembrar que ANESTÉSICO NÃO CURA, mas ainda assim VOCÊ REPETE O EXCESSO.
Logo… NESSE MOMENTO, o prejuízo sai mais “barato” do que cuidar da ferida. 

PRAZER OU ALÍVIO?

Quem vive é mantido pelo prazer.
Quem sobrevive é mantido pelo alívio.

COMO SABER?
Prazer fala do que você NÃO deseja que acabe.
Alívio fala do que você deseja que acabe.

Se a dor é constante, a vida se transforma em dor.
Isso significa que a vida se transforma em algo que você deseja que acabe.

Qual o caminho para aliviar a vida que dói?
Anestesia.

Por que o excesso (de anestesia)?
1) Porque a dor é constante;
2) Porque abrevia a vida (menos tempo de vida, menos dor).

Excesso de comida abrevia a vida?

Lembra da unha encravada infeccionada?
Imagine só anestesiá-la, sem tratamento, por anos.

Com o tempo, a falta de autocuidado poderia comprometer seu pé?
Doeria TANTO que você pediria para amputá-lo.
Deixou de ser pé para ser DOR.
O que ajudava a caminhar… agora, paralisa.

E na vida psíquica… como se amputa uma dor?

RESUMO:
Quem não dói não busca anestésico.
Cuide de suas feridas. Elas são a causa de seu excesso, também conhecido como compulsão.

Se você repete um comportamento que não deseja repetir, é sinal de que está disputando com você mesmo.

É mais forte do que você?
O placar não está a seu favor, certo?

Esse conflito interno causa ansiedade e busca “compensação” nos EXCESSOS (dependência emocional, “pavio curto”, comida, álcool, tabaco, redes sociais, chocolate, jogos, consumismo, etc.).

E se ao invés de DISPUTAR, você pudesse SOMAR com essa “força” que lhe controla?

QUEM PODERIA COM VOCÊ, hein?

Se você quer deixar de ser um EOCRIEscravo Obediente de um Comportamento Repetitivo Indesejável, teste algo novo e científico: TERAPIA COMPORTAMENTAL | CIÊNCIA DO COMPORTAMENTO.

Bem-vindo(a) a você!

SOFIA BARILE PSICÓLOGA Especialista em Terapia Comportamental (USP) e Especialista em Psicologia Clínica.

AUTORA do livro  “5 Passos Para Ser Feliz Com A Ideia De Que Não São 5 Passos”.

CRIADORA do Programa Seu Autocontrole Na Prática “SAP”: não é o poder do controle, mas o poder de não precisar controlar .

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